Month: May 2008

e-books ?

Apesar do grande poder da internet, parece que ainda permanece a tradiçao no que diz respeito aos livros.

Vejam:

Do you like to curl up with a printed book, or would you be comfortable reading books in other formats, for example online, an ebook reader, or a pda?
Printed book 82%
Other formats 11%
Not sure 8%

Pesquisa realizada em maio de 2008 – Zogby International. Clique para acessar o PDF de 13 pagina da pesquisa Reading and Book Buying Habits of Americans.

Direitos Autorais

Em um clique: este site “YouTomb” lista os vídeos retirados do YouTube por violação de direitos autorais e o nome de quem pediu para que fossem retirados.

Henrique Gandelman no seu De Gutenberg à Internet diz “Só a experiência e o tempo é que indicarão os caminhos a seguir e fornecerão as molduras jurídicas atualizadas pela nova cultura, no que se refere à proteção justa dos direitos autorais” (p. 152)

Ver também: Lei 9610, de 19 de fevereiro de 1998 que “Altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências”

Fonte: Scielo Brasil “Direitos autorais na Internet” por Plinio Martins Filho.

Com qual grupo voce se identifica?

O ultimo post do Museum 2.0 esta comentando um trabalho feito pelo Forrester no qual ha umaclassificaçao para 6 tipo de usuarios de internet. Acima selecionei apenas o pais ITALIA, mas quem quiser conferir as outras estatisticas disponiveis (variando inclusive idade e sexo) clique na imagem!

A classificaçao é assim:

  1. creators (people who produce content, upload videos, write for blogs)
  2. critics (people who submit reviews, rate content, and comment on social media sites)
  3. collectors (people who tag sites, use del.icio.us, create RSS feeds and aggregates)
  4. joiners (people who join social networking sites like Facebook and LinkedIn but don’t create a lot of content)
  5. spectators (people who read blogs, watch Youtube videos, and visit social sites)
  6. inactives (people who don’t visit social sites)

Na França, por exemplo, apenas 6% do publico de 25-34 anos se enquandram na classif. n°4. Nao sei como seri no Brasil. Nao tem estimativas disponiveis. Palpitanto acho que a 4 ganharia nessa faixa etaria e também na de 18-24 anos.

Eu me fico dividida em me classificar. Acho que sou um pouco de tudo, menos inativa, mas digamos que atualmente prevaleço como 1.

Zotero

Dica:

estou começando a utilizar o Zotero. Estou com este programa no computador ha pouco menos de um mes, ainda nao sou “craque” para utiliza-lo aproveitando todas as suas funcionalidades, mas recomendo pros colegas que quiserem experimentar esta excelente ferramenta que os auxiliarà na coleta, organizaçao e -se quiser – a compartilhar os resultados da sua pesquisa.

Zotero foi desenvolvido pelo Center for History and New Media.

About blogging

“Blog about your passions. Don’t blog about what you think your audience wants. Post because you have something you are dying to write about.”

O “conselho” acima esta em um artigo do The New York Times (So You Want to Be a Blogging Star?) que eu encontrei linkado por acaso lendo o blog de uma amiga no começo desse mes. Fiquei algum tempo pensando sobre o assunto e outro dia, de link em link, cheguei neste outro post interessante do Museum 2.0 (How Much Time Does Web 2.0 take?).

No post desse minha amiga ela diz que às vezes lendo o blog de alguém parece que esta lendo um diario. Verdade. Quantos diario-blogs espalhados por ai?

Penso que a produçao de um blog – os posts, as listas de links, os comentarios – tudo, compoe uma nova tipologia de fonte historica. Nao é uma fonte “de papel”, tao pouco é um material de papel digitalizado. E de toda esta montanha virtual de escritos muito pouco sera impresso (casos de alguns blogs-revistas, que possuem versao impressa, por ex.). Estamos prontos pra lidar com esse tipo de fonte? Os mil caminhos da hipertextualidade?

Aos aventureiros de uma boa antropologia, pergunto também: Alguma idéia de uma nova forma de etnografia? Talvez uma totalmente nova forma seja muito radical, mas acho alguma coisa de novo deve ja estar sendo pensado para se unir aos classicos como Malinowski e Geertz. (nao sou profunda conhecedora desses autores, apenas referencia).

WEB 2.0

Como primeiro post, decidi reproduzir um post do blog “Relaxa e Bloga” que apesar de ser do abril passado, introduz bem o que é o Web 2.0 usando a Wikipédia como fonte. O que desperta a minha atençao nessa esfera do Web 2.0 é o que Tim O’Reilly (um dos criadores do termo) fala sobre a “inteligencia coletiva”. Seria o Web 2.0 um “espaço”/ambiente favoravel ao desenvolvimento de uma inteligencia coletiva, nao somente voltada para o aprimoramento do uso dos aplicativos, mas também para outras areas do conhecimento?

Confiram:

O termo Web 2.0 refere-se a mudança para uma Internet como plataforma e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Estas regras já foram amplamente discutidas antes do surgimento do termo, sob outros nomes como infoware, the internet operating system e the open source paradigm shift[3] e são produto de um consenso entre empresas de grande sucesso (como Google, Amazon, Yahoo e Microsoft) e estudiosos da Web (como Tim O’Reilly, Vicent Cerf e Tim Berners-Lee ) e da consolidação do que realmente traz resultado na Internet.

Segundo Tim O’Reilly, um dos criadores do termo Web 2.0, a regra mais importante seria desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos da rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva.

Os críticos do termo afirmam que este é uma jogada de marketing, uma “buzzword”.

Breve histórico

Em abril de 2000 houve uma grande crise no mercado da Internet, com a quebra de várias empresas (estouro da bolha). Apesar disso, nos anos seguintes, a grande rede tornou-se ainda mais importante do ponto de vista econômico e midiático.

O termo foi inicialmente usado em Outubro de 2004 pela O’Reilly Media e pela MediaLive International como nome de uma série de conferências sobre o tema, popularizando-se rapidamente a partir de então. Tratou-se de uma constatação de que as empresas que conseguiram se manter através da crise da Internet possuíam características comuns entre si, o que criou uma série de conceitos agrupados que formam o que chamamos Web 2.0.

Conceitualização

A conceitualização dada neste artigo segue os princípios ditados por Tim O’Reilly, sabidamente o precursor do uso do termo em seu artigo de conceitualização (e também de defesa) do termo Web 2.0. Tim [7] define que:

“Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva”

Tim O’Reilly

Interfaces com o utilizador

A Web 2.0 propõe uma experiência de uso semelhante à de aplicativos para desktop, frequentemente fazendo uso de uma combinação de tecnologias surgidas no final da década de 1990, que incluem Web services APIs (1998), AJAX (1998), Web syndication (1997), entre outras. Estas tecnologias aumentaram a velocidade e a facilidade de uso de aplicativos Web, sendo responsáveis por um aumento significativo no conteúdo (colaborativo ou meramente expositivo) existente na Internet. Estas também permitiram que usuários comuns, que até então não possuíam conhecimentos necessários para publicar conteúdo na Internet – pela ausência de ferramentas de uso simplificado – publicassem e consumissem informação de forma rápida e constante. Notadamente têm-se os blogs e wikis como expoentes desta massificação. Permitiu ainda o desenvolvimento de interfaces ricas, completas e funcionais, sendo que alguns aplicativos Web, ainda em versão beta, são considerados por muitos como “desktops on-line”, proporcionando ao usuário um ambiente de trabalho inteiramente baseado na WWW, acessível de qualquer computador com conexão à Internet.

De forma particular, o AJAX permite ao usuário não esperar que uma página Web se recarregue ou que o processo seja terminado para continuar usando o software. Cada informação é processada separadamente, de forma assíncrona, de forma que não é mais necessário recarregar a página a cada clique.

Fonte:Wikipédia