Month: December 2012

“Consegue che l…

“Consegue che l’attività quotidiana – alta o bassa, eccezionale od ordinaria – lascia tracce di tipo informatico, che saranno i documenti e le fonti della storia futura del nostro presente. Come la storiografia di una cultura alfabetica à diversa da quella di una cultura orale, così la storiografia di una cultura digitale sarà – ed è già – diversa da quella di una alfabetica.” RAGAZZINI, Dario (2004)

Introduzione alla “Storiografia Digitale”

Introdução à história pública – Juniele Rabêlo de Almeida e Marta Gouveia de Oliveira Rovai (org.)

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Introdução à História Pública

Introdução à História Pública

 

Organizadores: Juniele Rabêlo de Almeida e Marta Gouveia de Oliveira Rovai
Ano: 2011
Preço: R$ 34,00
ISBN: 978-85-62959-11-0
Formato 16×23, 232 páginas 

_ Sinopse _

Fazer história pública significa difundir o conhecimento histórico para amplas audiências, acreditando-se que a história não é aprendida apenas em sala de aula – mas de diversas formas e em muitos momentos. Através de um sem-número de recursos, o profissional da área pode levar história e memória ao público atuando em arquivos, centros de memória, museus, televisões, rádios, editoras, jornais, revistas, organizações governamentais e não governamentais, consultoria, entre outros espaços.

Trabalhar dessa maneira – para e com o público – exige uma série de habilidades, métodos e especializações capazes de garantir que a preservação, a interpretação e a difusão do conhecimento histórico sejam feitos de maneira responsável e integrada. Introdução à História Pública oferece pistas de como fazer isso, por meio de um conjunto de textos de profissionais renomados de dentro e de fora da academia.

 

_ Conteúdo _

Apresentação

 

APONTAMENTOS

História pública e consciência histórica
Sara Albieri

 

HISTÓRIA PÚBLICA, PERSPECTIVAS GLOBAIS

O que é história pública?
Jill Liddington

Ensinando história pública no século XXI
Gerald Zahavi

Conservação do patrimônio cultural: Um panorama internacional
James K. Reap

 

DIMENSÕES DA ORALIDADE NA HISTÓRIA PÚBLICA

Fontes orais e visuais na pesquisa histórica: Novos métodos e possibilidades narrativas
Ana Maria Mauad e Fernando Dumas

Palavras no tempo e no espaço: A gravação e o texto de história oral
Ricardo Santhiago

Fontes orais: Perspectivas para o tratamento em centros de documentação e arquivos
Simone Silva Fernandes

Rádio, memória da história
Cecilia Miglorancia e Marta Fonterrada

 

EXPERIÊNCIAS EM HISTÓRIA PÚBLICA

História e memória empresariais: Da tradição à inovação
Paulo Nassar

Jornalismo e divulgação científica em História e Ciências Humanas
Valéria Dias

Arquivos e centros de documentação: Um perfil
Viviane Tessitore

O fado na cidade de Santos: Experiências com música e mídia
Heloísa de Araújo Duarte Valente

Gabriel García Márquez: Jornalismo, literatura e a história de Cuba
Adriane Vidal Costa

Cinema, educação e história pública: Dimensões do filme Xica da Silva
Rodrigo de Almeida Ferreira

Sobre os autores

_ Sobre os organizadores _

MARTA GOUVEIA DE OLIVEIRA ROVAI e JUNIELE RABÊLO DE ALMEIDA são historiadoras, professoras e pesquisadoras. Neste livro, pioneiro no Brasil, elas desenham um trajeto que ilumina e motiva experiências em história pública e ajuda a responder à inquietante questão: o que pode o historiador fora da universidade?

Peso (kg)
0,430

Cadernos do Tempo Presente navegando em águas profundas

Feliz em noticiar que os Cadernos do Tempo Presente do Grupo de Estudos do Tempo Presente (CTP-GET) chegam à sua 10ª edição anunciando parceria com a revista Italiana Diacronie – Studi di Storia Contemporanea (ISSN 2038-0955). Leitora dos dois periódicos, não tenho dúvidas de que esta novidade tende a promover um excelente intercâmbio de ideias. Super saudável e notável que um periódico digital brasileiro aproveite as possibilidades de colaboração trazidas pela internet para realizar este tipo de ponte. Da parte de Diacronie, já conhecida por sempre trazer textos extra-Itália, parece que a parceria com outro periódico eletrônico, só tende a reforçar ainda mais este perfil aberto de suas ediçõe, desta vez, cruzando virtualmente o Atlântico.

Curioso é que ambas as revistas estão regulando, mais ou menos, em número de edições (CTP no seu n. 10 e Diacronie em seu n. 11). Muito bom! Para além da afinidade temática, de ambos os lados, temos ainda um longo caminho de crescimento pela frente.

Parabéns ao CTP, já Qualis B2 este ano, por mais esta edição, como sempre, trazendo questões que pertubam nosso Tempo Presente, com pitadas de História Cultural e também uma levada de Teoria e Metodologia da História (que tanto me apraz!).

Meu reconhecimento vai, em especial, para a equipe que faz o CTP acontecer, com muito suor (mesmo no ar condicionado!), empenho e dedicação. Aos colegas: Karla Karine de Jesus Silva, Monica da Costa Santana, Carole Ferreira da Cruz, Luyse Moraes Moura, Diego Leonardo Santana Silva, Raquel Anne Lima da Silva, e claro, o coordenador desse timão, Prof. Dilton Cândido Santos Maynard, mais todo PET-UFS que dá suporte e incentiva o CTP. Parabéns por esse brilhante 2012, pessoal!

***

Daqui dos bastidores, obrigada também ao prof. Serge Noiret (IFPH/EUI) por ter indicado os Cadernos do Tempo Presente à Jacopo Bassi (editor de Diacronie).

Qui dal backstage, grazie anche al prof. Serge Noiret (IFPH/EUI) per aver raccomandato i Cadernos do Tempo Presente a Jacopo Bassi (editore Diacronie).

2013 Annual Meeting of the National Council on Public History [Program]

Ottawa, aí vamos nós!

No próximo abril terei a honra de participar de um grupo de trabalho sobre História Digital e Novas Mídias no encontro anual de História Pública organizado pelo NCPH. Além das discussões neste grupo de 18 componentes debatendo sobre a relação entre as novas mídias, os métodos específicos da História Digital e a História Pública, apresentarei ainda um pôster sobre a recepção da História/Historiografia Digital no Brasil, ainda observada com olhares de soslaio por muitos colegas.

Meu GT se intitula “Teaching Digital History and New Media Working Group”. As principais questões que discutiremos concentram-se sobre os pontos abaixo:

(1) Quais são os objetivos dos professores em formar seus estudantes de História Pública em  História Digital? Como diferentes objetivos podem moldar a forma como a História Digital será abordada?

(2) O que deve ser ensinado? Existem conhecimentos específicos, habilidades tecnológicas, teoria ou perspectivas que devem ser considerados essenciais para a formação de um “historiador público” em História Digital?

(3) Que abordagens os professores têm encontrado para tornar mais efetivo o ensino de História Digital para seus alunos? Existem projetos específicos, atribuições, ou abordagens que têm sido particularmente eficazes para ajudar os alunos a ganharem competência ou experiência em métodos de História Digital?

A conferência, como um todo, promete! Vejam abaixo todo o programa. Tende a ser muito rica também a discussão entre os integrantes do Grupo de Trabalho que deve ter início antes mesmo da conferência, para que, desde já, sejam trocadas algumas ideias, formulados alguns problemas e ensaiadas algumas respostas para as perguntas acima. Achei interessantíssima a proposta de trabalho que já coloca todos os participantes do grupo em uma situação experimental das possibilidades de trabalho coletivo e colaborativo que se abre com as “facilidades internéticas”. Vamos ver como funciona.