Month: February 2013

Recomendo a leitura: El historiador en un mundo presentista

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A história sem fio: questões para o historiador da Era Google

Estamos projetados contra as grades de segurança de nossa vagoneta. No loop da montanha-russa. Sangue bombeando forte na cabeça, vento forte e implacável obrigando os olhos abertos a lutarem para se fechar e os que estão fechados lutarem para se abrir. À nossa volta, mesmo para os olhos abertos, há pouco mais que um borrão para se discernir alguma coisa. A aceleração do conjunto parece nos abstrair do próprio tempo. Irresistivelmente nos abandonamos à sorte dos espaços e dos tempos novos, aos quais, cada vez mais rapidamente, somos impelidos. É mais ou menos assim que Nicolau Sevcenko nos apresenta o mundo atravessado pelas velozes transformações desde a Revolução da Microeletrônica, na corrida para o século XXI (SEVCENKO, 2009:16-17). É mais ou menos assim o período que buscamos investigar, o Tempo Presente. (…)

Continue lendo o texto diretamente nos Anais do XV Encontro de História da ANPUH-RIO.

Digital History: approcci, metodi e strumenti di lavoro

Como eu gostaria de estar em Bolonha no próximo 22 de fevereiro. A revista Diacronie promove, com apoio da Université Paris Diderot, da Università di Bologna e da  Université Franco-Italienne mais um evento para refletir a História na era do WWW.

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Fica a recomendação do n.10 da revista, especialmente sobre o tema da Digital History: Digital history. La storia nell’era dell’accesso

Do hipertexto opaco ao hipertexto transparente

Do hipertexto opaco ao hipertexto transparente por Pierre Levy. Conferência proferida durante o Simpósio Hipertexto 2010 na UFPE em Recife/PE. Tradução: Karla Vidal e Clécio Vidal. Edição: Pipa Comunicação.

Parte 1 de 4:

Parte 2 de 4:

Parte 3 de 4:

Parte 4 de 4:

Entre o saudosismo e a melancolia da não chegada de um futuro que nem se sabe se há

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Banksy: No Future ( photo Steve Cotton / artofthestate.co.uk )

Da angústia e do desespero inerte de estar preso em uma ampuleta neste “presente único: esta tirania do instante e do marasmode um presente perpétuo”, François Hartog apud Pereira e Mata em Tempo presente & usos do passado (2012).

*Devo agradecer a Mateus Henrique de Faria Pereira e a Sérgio da Mata pela bela catarse proporcionada pelo artigo introdutório ao volume especial sobre Tempo Presente, “Transformações da experiência do tempo e pluralização do presente”. Bela reflexão!