Month: December 2013

Debates: Metodologia da História 2.0: entre a teoria e a técnica

Hoje foi um dia de muitas discussões empolgantes e estimulantes na Universidade Federal de Sergipe no evento do Grupo de Estudos do Tempo Presente (GET)Seminário DEBATES do Tempo Presente: “Ensino, Tecnologias e Conflitos”.

Desde a manhã, com a inquietante fala do Prof. Francisco Carlos Teixeira (UFRJ/IUPERJ) sobre as Jornadas de Junho, até o fim do dia, com a mesa inspiradora das professoras Márcia Ramos (UDESC), Ana Ângela (UFS) e Janaína Mello (UFS) “Tecnologias, Mídia e Tempo Presente”. Grande satisfação em conhecer um pouco do trabalho do LIS da UDESC e do CINE+UFS e me questionar junto com as reflexões sobre cibercultura museal que tem sido feito aqui na UFS também, com a professora Janaína. Preciso de tempo para ir atrás das referências. Muito proveitoso o dia. Saí com a cabeça fervilhando de ideias e sobre Tempo Presente, História Oral, Patrimônio, História Pública e História Digital. Uma “gostosura”, como disse o Prof. Marcos Silva (UFS) na mediação da mesa de hoje! Fechar o dia com menções à contribuição da Rede Brasileira de História Pública e do Café História e ter este humilde blog mencionado na fala da Profa. Márcia Ramos sobre o historiador nas mídias foi muito gratificante.

Agradeço aos participantes do Simpósio Temático “História Digital” pelo debate comprometido e interessado na tarde de hoje. Anaílza Guimarães Costa, Diego Leonardo Santana Filho e Luyse Moraes Moura deram um show. Fico cada vez mais honrada de fazer parte do GET. Parabéns a todos os envolvidos nos projetos de pesquisa em andamento. Foi um prazer estar com vocês, ouvir, trocar, aprender! Amanhã tem mais.

Apresentação de Luyse Moura -  "Enciclopédia Eletrônica da Intolerância, dos Extremismos e das Ditaduras do Tempo Presente"

Apresentação de Luyse Moura – “Enciclopédia Eletrônica da Intolerância, dos Extremismos e das Ditaduras do Tempo Presente”

Compartilho a apresentação que acompanhou minha fala “Metodologia da História 2.0:entre a teoria e a técnica” no Simpósio Temático 02.

It must be continued! 😉

Memória X esquecimento

Sempre lembrando que não dá para separar lembrança de esquecimento, o post provoca boas reflexõessobre uma discussão tão caraa nós historiadores.

Ronaldo Bressane

Imagine se deparar de repente com uma foto sua meio ruim. Foi o que me aconteceu quando fui fazer uma palestra sobre literatura em uma cidadezinha do interior do Brasil. O mediador da conversa, um afável professor de História, ao me apresentar se pôs a ler um currículo que eu havia escrito… treze anos antes. Foi engraçado e assustador. O texto escrito para a orelha do meu primeiro livro dizia coisas como “Bressane detesta axé, pipoca e leite“. Na época eu achava orelhas de livro idiotas – mas hoje acho mais idiota fazer gracinhas nas orelhas de livro. Mais idiota ainda, decerto, é acreditar em tudo o que se lê na rede; tanto é que o desorientado mediador começou o papo literário lançando-me a candente questão: “Por que você não gosta de pipoca e leite?“.

Mais eternos que os diamantes, só as bobagens que publicamos na…

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The Memory Map: Is it Possible to Chart All the Territory in the World? – Cities – GOOD

See on Scoop.itHistoriografia na Rede

The Internet has become a primary form of external or transactive memory, where information is stored collectively outside ourselves,” writes Betsy Sparrow, a psychologist at Columbia University, in a paper published earlier this year in Science. Sparrow argues, based on a series of experiments with human subjects, that if we think data will be available on the internet, we feel freer to forget it. Instead of remembering information, we remember how to find it. In the age of the search engine, the contents of our brains are becoming more abstract, like maps, swept clean of the crumbs of detail that make up the world.

Anita Lucchesi‘s insight:

A aporia de tudo lembrar tem limites, assim como a representação não pode ser a realidade.

See on www.good.is

Evento sobre Humanidades Digitais – Hannover, Alemanha, 5-7 de dezembro

Herrenhausen Conference: “(Digital) Humanities Revisited – Challenges and Opportunities in the Digital Age”

Herrenhausen Palace, Hanover/Germany, December 5-7, 2013

In times of digitization, internet, and mobile communication, the humanities can build on new, empirically driven methods to gain new insights. But what are the implications of this mode of knowledge production for the various disciplines subsumed under the term humanities, their methods and research objects, and for the role the humanities should and could play in society?

This triad will be the focus of our Herrenhausen Conference “(Digital) Humanities Revisited – Challenges and Opportunities in the Digital Age“. Together with experts from the various fields of the humanities, the conference would like to facilitate a dialogue between protagonists who embrace digital tools and those following and sustaining more traditional approaches.

Amongst others, we would like to discuss the following questions:

What kind of knowledge can we expect?

What could be lost relying solely on digitally driven methods?

What are the opportunities offered by the digital technologies, and what kind of challenges do these developments pose for the humanities?

We invite researchers embracing digital humanities and scholars criticizing the digital tools to reflect on the recent and forthcoming developments, and to deliberate together about the future of the digital humanities.

There is no registration fee for the conference, but you must register in order to reserve your place.

Program-Committee:

Prof. Dr. Hubertus Kohle, University of Munich,
Prof. Dr. Gerhard Lauer, University of Göttingen,
Prof. Dr. Henning Lobin, Justus Liebig University Giessen,
Prof. Dr. Norbert Lossau, Göttingen State and University Library,
Prof. Dr. Anke Lüdeling, Humboldt University Berlin

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