Month: April 2016

Livro: Desafios e caminhos da teoria e história da historiografia – 2012

A Sociedade Brasileira de Teoria e História da Historiografia (SBTHH) acaba de lançar o primeiro volume da Coleção Concurso SBTHH (2012). O livro está dividido em três partes, referentes às diferentes categorias de trabalhos submetidos ao concurso: teoria, história da historiografia geral e história da historiografia brasileira. Tenho alegria em compartilhar o link para o download da obra onde o meu humilde trabalho de monografia foi premiado e comparece na parte de História da Historiografia Geral, sob o título Historiografia em rede: história, internet e novas mídias: preocupações e questionamentos para historiadores do século XXI.

livro-SBTHH

Dedico o prêmio e o trabalho à memória do Prof. Manoel Luiz Salgado Guimarães, de quem a saudade costuma apertar mais forte nesses finais de Abril. Obrigada ao Prof. Manoel e todos os professores envolvidos na minha formação, e claro, na elaboração e avaliação deste concurso, que agora nos presenteia com a reunião desses trabalhos tão frescos, cheios de vontade de descobrir o “fazer história”. Obrigada à Profa. Andrea CasaNova Maia, por não me deixar engavetar aquela ideia em 2010 e ao Prof. Dilton Maynard por me ajudar a escrever outros capítulo de 2012 a 2014.

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TransVersos – Chamada para artigos sobre História Pública

Extra! Extra! Revista TransVersos prepara dossiê “História Pública: escritas contemporâneas de História”

Reproduzo abaixo o texto para a chamada para artigos:

Vivemos em uma época de crescente interesse pela história. Cada vez mais, o conhecimento histórico é chamado à produção de significados sobre a contemporaneidade, seus problemas, suas questões, impondo ao profissional de história a afirmação de seu caráter público. Para além da pesquisa historiográfica, a história se faz viva em espaços/configurações múltiplos, nem sempre aceitos ou discutidos no ambiente acadêmico: salas de aula – produzindo um tipo de conhecimento específico e dialogando com a cultura escolar; museus – com suas diferentes cores e formas de pensar a exposição do conhecimento histórico na atualidade -; produção midiática – muito além dos telejornais e suas notícias -; novelas históricas; filmes e documentários; comemorações – e suas rememorações -; encenações históricas realizadas por diferentes sujeitos sociais (re-enactments and living history); ambientes digitais – sites, blogs, podcasts e games, por exemplo; nos movimentos sociais e no desenvolvimento de políticas públicas, dentre outras formas.

O diálogo da historiografia com estas e outras searas produtoras e divulgadoras de conhecimento histórico fornece, às comunidades e aos sujeitos interessados no fortalecimento de laços identitários, discussão e reflexão acerca da subalternidade ou do empoderamento de determinados grupos/interesses, subsídios básicos para ações políticas, sociais, culturais e, por que não, acadêmicas, que auxiliam a tessitura do exercício da cidadania. Por esse motivo, a Revista TransVersos propõe a organização de um dossiê reunindo trabalhos de pesquisa e práticas de profissionais de história e historiadores não profissionais (oriundos de outras áreas de conhecimento ou de diferentes espaços da organização social) que busquem construir/refletir os temas e problemas envolvidos na noção de História Pública, entendida como um conhecimento pluridisciplinar, atento às diferenças e desigualdades que tencionam os processos sociais contemporâneos.

Os artigos devem ser enviados para a plataforma da TransVersos – http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/transversos/about/submissions – até o dia 31 de maio.

Espalhem!