História Pública

TransVersos – Chamada para artigos sobre História Pública

Extra! Extra! Revista TransVersos prepara dossiê “História Pública: escritas contemporâneas de História”

Reproduzo abaixo o texto para a chamada para artigos:

Vivemos em uma época de crescente interesse pela história. Cada vez mais, o conhecimento histórico é chamado à produção de significados sobre a contemporaneidade, seus problemas, suas questões, impondo ao profissional de história a afirmação de seu caráter público. Para além da pesquisa historiográfica, a história se faz viva em espaços/configurações múltiplos, nem sempre aceitos ou discutidos no ambiente acadêmico: salas de aula – produzindo um tipo de conhecimento específico e dialogando com a cultura escolar; museus – com suas diferentes cores e formas de pensar a exposição do conhecimento histórico na atualidade -; produção midiática – muito além dos telejornais e suas notícias -; novelas históricas; filmes e documentários; comemorações – e suas rememorações -; encenações históricas realizadas por diferentes sujeitos sociais (re-enactments and living history); ambientes digitais – sites, blogs, podcasts e games, por exemplo; nos movimentos sociais e no desenvolvimento de políticas públicas, dentre outras formas.

O diálogo da historiografia com estas e outras searas produtoras e divulgadoras de conhecimento histórico fornece, às comunidades e aos sujeitos interessados no fortalecimento de laços identitários, discussão e reflexão acerca da subalternidade ou do empoderamento de determinados grupos/interesses, subsídios básicos para ações políticas, sociais, culturais e, por que não, acadêmicas, que auxiliam a tessitura do exercício da cidadania. Por esse motivo, a Revista TransVersos propõe a organização de um dossiê reunindo trabalhos de pesquisa e práticas de profissionais de história e historiadores não profissionais (oriundos de outras áreas de conhecimento ou de diferentes espaços da organização social) que busquem construir/refletir os temas e problemas envolvidos na noção de História Pública, entendida como um conhecimento pluridisciplinar, atento às diferenças e desigualdades que tencionam os processos sociais contemporâneos.

Os artigos devem ser enviados para a plataforma da TransVersos – http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/transversos/about/submissions – até o dia 31 de maio.

Espalhem!

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International Conference “Luso-luxemburguês? Research on Portuguese migration in Luxembourg” (19-20 February 2016)

I am so happy to announce this conference, starting tomorrow. I might say it was a great, indeed intensive, but wonderful experience to be engaged together with Thierry Hinger (UniLU / IPSE, CDMH), Nicolas Graf (CDMH) and other colleagues from CDMH and UniLu in the organization of such a conference. A detailed post on the developments of this conference might come very soon! I am very excited about meeting so many experts on the field and particularly interest in listening the participants of the actiivty “Conte a sua história” (Tell your story).

All invited!

🙂

The conference “Luso-Luxemburguês?”, co-organized by the Documentation Centre for Human Migrations (CDMH) and the University of Luxembourg, in collaboration with several institutions and associations, is a first initiative that brings together researchers at international level currently working on Portuguese migration in Luxembourg. The public is warmly invited to participate in debates.

Simultaneous translation will be provided: French – English / English – French

FIRST DAY: Friday, 19th February 2016

14h00 – 14h15

Welcome and opening words

14h15 – 17h00

Session 1 : Growing and aging in migration

Moderation: José Carlos Marques, CICS.NOVA.IPLeiria

17h15 – 17h30

Research on migration in Luxembourg

Presentation of www.cdmh.lu/recherche

Thierry HINGER, CDMH, & Anita LUCCHESI, Univ. of Luxembourg, IPSE

SECOND DAY: Saturday, 20th February 2016

9h30 – 12h00

Session 2 : The comings and goings of the Portuguese in Luxembourg and diverse political issues

Moderation: Adrien THOMAS, LISER

14h30 – 16h00

Session 3 : “Conte a sua história”: a microphone open to the “comunidade portuguesa no Luxemburgo”

Moderation: Jozefien DE BOCK, Ghent University

Conclusion by José Carlos Marques, CICS.NOVA.IPLeiria

16h30-18h00

“Conte a sua história”: recording testimonies

Here the collective of researchers on Portuguese immigration stops to listen to the community itself. This activity was inspired by the practice of public history, increasingly using digital and audiovisual resources in projects built with specific communities, sharing with them historian-researcher authority. This moment within the session “Tell your story” was planned to give way to the testimonies of Portuguese attending the conference that might wish to talk about their life experiences. Therefore, all of the Portuguese community in Luxembourg is invited to participate, regardless of age, profession, or date of arrival in the Grand Duchy. Other migration experiences are equally welcome. The microphone will be open to everyone!

 

Full program:

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Please, register by e-mail: info@cdmh.lu – participation is free.

Minha Pesquisa no Café História TV

Recentemente conversei com o Bruno Leal do Café História sobre a Minha Pesquisa. Primeira vez em que falo da minha pesquisa de doutorado aqui na Universidade de Luxemburgo. Bom papo sobre História Digital, História Pública, historiografia, imigração portuguesa e italiana em Luxemburgo. Mais uma vez, obrigada Bruno pelo convite.

Inscrições Abertas: II Simpósio Internacional de História Pública

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PERSPECTIVAS DA HISTÓRIA PÚBLICA NO BRASIL

2º Simpósio Internacional de História Pública

Universidade Federal Fluminense

Niterói – 10 a 12 de setembro de 2014

 

Inscrições abertas!

 

Þ Comunicações orais em Grupos de Trabalho (até 13 de julho)

Þ Comunicações orais em Painéis de Experiências em História Pública (até 13 de julho)

Þ Lançamentos de livros, DVDs e outros trabalhos

Þ Participação em oficinas

Þ Ouvintes

 

http://simposio2014.historiapublica.com.br

 

Rede Brasileira de História Pública

Laboratório de História Oral e Imagem

Universidade Federal Fluminense

 

Acompanhe também:  @rebrahip no Twitter e Rede Brasileira de História Pública no Facebook. 🙂

Historia 2.0: chamada para trabalhos “Dossier Historia Pública”

historia 2.0

A história pública leva a história científica à praça pública, de fato, discute problemas históricos semelhantes, se não idênticos aos da história “ordinária”, porém, se diferencia dessa última em sua relação com os consumidores de história. Enquanto a história tradicionalmente tem se relacionado com leitores cada vez mais especializados e com estudantes de diversos níveis de formação; a história pública compreende aquelas ações onde a história se relaciona com um público amplo através de museus, exibições reais ou virtuais, divulgação patrimonial, reconstrução histórica (reenactment), a história oral, a história local, e com outros aspectos que não necessariamente abrangem a textualidade histórica como a preservação de arquivos, a assessoria a instituições governamentais ou privadas, e mesmo o ativismo social.

A noção de história pública é tão ampla que quase qualquer atividade que o historiador desenvolva fora do campo do ensino e da pesquisa universitária pode ser considerada como história pública. Este sentido prático e de relação com a comunidade chamou atenção dos historiadores e tem contribuído para a resolução de problemas sociais mediante o uso de testemunhos para processos de memória histórica, pós-conflito, recuperação de identidade das comunidades e do patrimônio material e imaterial das regiões. Ademais, levou a consideração de novos projetos de histórica aplicada em âmbitos públicos e privados, como também empreendimentos de historiadores, que criaram empresas lucrativas onde a história se afasta totalmente do ensino para atuar no setor de serviços, como na contribuição para a organização de arquivos empresariais (memória empresarial/institucional), ou o fornecimento de “produtos” para a definição e litígios legais, como nos casos de definição dos territórios naturais de certas comunidades. Também se incluem no campo da história pública a assessoria em restauração e conservação patrimonial.

A presente convocação está focada na recepção de artigos em espanhol e português relacionados ao desenvolvimento de projetos de história pública na Iberoamérica, em especial, aquelas experiências relacionadas com a recuperação e divulgação patrimonial, a história oral e local, bem como a difusão digital da história pública.

Chamada para artigos aberta em: 10 de maio de 2014; encerramento: 21 de julho de 2014.

Normas de publicação e envio: http://historia2.0.historiaabierta.org/index.php/revista/about/submissions

Esta chamada para artigos também está disponível em inglês, espanhol e italiano.

ISSN 2027-9035

Historia 2.0 está indexada em:

Directory of Open Access Journals

DOAJ aumenta la visibilidad y la facilidad de uso de las revistas científicas y académicas de acceso abierto, pretende ser global y abarcar todas las revistas que utilizan un sistema de control de calidad para garantizar el contenido.

e-Revistas

Portal donde se muestran las revistas electrónicas españolas y latinoamericanas de acceso abierto (Open Access). Fue creado en España.

Latindex

Latindex es producto de la cooperación de una red de instituciones latinoamericanas que funcionan de manera coordinada para reunir y diseminar información bibliográfica sobre las publicaciones científicas seriadas producidas en la región.

Dialnet

Hemeroteca Digital. Universidad de la Rioja.

*La revista Historia 2.0 hace parte del depósito voluntario de obras digitales de la Biblioteca Nacional de Colombia.

 

[CFP] Chamada de trabalhos – História Pública em um Mundo Digital: A Revolução Reconsiderada

ifphConferência da Federação Internacional de História Pública Conferência

Public History in a Digital World: The Revolution Reconsidered (Original CFP)

História Pública em um Mundo Digital: A Revolução Reconsiderada*

Amsterdam, de quinta-feira, 23 de outubro a Sábado, 25 de outubro de 2014

Primeira chamada de propostas:

As fontes históricas e narrativas sobre o passado se infiltraram  todos os cantos da web, desde mídias digitais caseiras até exposições on-line, através de redes sociais e em museus virtuais. Ferramentas digitais tornaram-se essenciais para os públicos que preservam, apresentam, discutem e  disputem histórias,  e vão desempenhar um papel importante na comemoração do aniversário da Primeira Guerra Mundia, no início em 2014. As possibilidades do mundo digital parecem quase ilimitadas: nunca antes coleções enormes de uma grande variedade de materiais históricos foram tão acessíveis para o grande público através das fronteiras nacionais e culturais. Além do mais, novos gêneros, como blogs e fóruns de discussão virtuais expandiram as possibilidades públicas de história online – tanto para co- criação de narrativas históricas, bem como para comunicar sobre o passado com diversos públicos.

Diante disto, a virada digital deveria ser especialmente significativa para os historiadores públicos, mas será que as expectativas estão sendo acompanhada por atividades? Após duas décadas de revolução digital, é hora de considerar criticamente o que a mídia digital traz para a História Pública e para onde a História Pública está indo em um mundo digital. Esta conferência internacional, organizada pela Federação Internacional de História Pública (IFPH), reunirá especialistas, recém-chegados e experimentadores de todo o mundo para compartilhar idéias, questões e práticas relativas ao impacto do mundo digital sobre a teoria e a prática da História Pública.

As questões a considerar incluem:

  • Quão revolucionária é a virada digital para a pesquisa e a prática de História Pública?
  • Como as inovações digitais estão mudando as práticas da História Pública?
  • Os historiadores públicos são críticos o suficiente diante das insuficiências das práticas digitais?
  • O que seria o “cool stuff ” da caixa de ferramentas digitais a agregar valor aos projetos de História Pública, atividades de ensino, etc. ?
  • Que estratégias digitais não alcançam o “hype”, e por quê?
  • Que as audiências os historiadores digitais estão alcançando ou excluindo com as práticas digitais?
  • Como são públicos envolvidos e engajados por meio de práticas digitais?
  • Como as narrativas históricas estão  mudando sob a influência da mídia digital e da internet?
  • Como a História Pública Digital pode gerar ou inspirar novas formas de interagir com o público?
  • Como a  História Pública Digital se  relaciona com formas mais antigas e tradicionais de História Pública?
  • O que podemos aprender a partir de uma análise crítica da História Pública Digital?

Possíveis ideais para sessões incluem:

  • Público e envolvimento: Quem os historiadores públicos alcançando, e excluindo, com História Pública Digital?
  • Autoria e autoridade: Quem está representando história na web?
  • Narrativas e “storytelling”: Que passados (não) estão sendo contados na web?
  • Integração: Como História Pública digital e analógica se relacionam?
  • Práticas: Como passado é apresentado no mundo digital?
  • Didática: Como podemos ensinar História Pública ?
  • História Pública analógica: O que é feito melhor sem o digital?
  • Comunicação: Como a história 2.0 e as redes sociais podem fomentar a difusão da História Pública?

Recebemos apresentações de todas as áreas, incluindo historiadores públicos que trabalham em museus, arquivos, educação, gestão do património, consultoria ou serviço público, bem como recém-chegados ao campo da História Pública. Além de trabalhos individuais e propostas de sessões de painéis, incentivamos propostas de oficinas, bem como posters ou apresentações multimídia. A ênfase deve ser na análise crítica, não mostrar e dizer – submissões que investigam tanto os limites da história pública em um mundo digital, quanto suas possibilidades, são especialmente bem-vindas.

As propostas devem ter  250 palavras e devem ser enviadas até  31 de janeiro de 2014 para ifphamsterdam2014@gmail.com

Comitê Local:

Dr. Paul Knevel, professor assistente de História e Coordenador do Mestrado em História Pública da Universidade de Amsterdam

Dr. Manon Parry, professor assistente de História Pública da Universidade de Amsterdam

Prof  Dr . Kees Ribbens, Pesquisador Sênior, NIOD Institute for War, Holocaust and Genocide Studies

Dr. Serge Noiret, presidente da Federação Internacional de História Pública

Comitê do programa:

Fien Danniau / Prof.Dr . Bruno de Wever , Instituut voor Publieksgeschiedenis, da Universidade de Ghent, na Bélgica

Dr. Jean -Pierre Morin, Federação Internacional de História Pública, Canadá

Dr. Manon Parry, da Universidade de Amsterdam, Holanda

Dr. Hinke Piersma, NIOD Institute for War, Holocaust and Genocide Studies, Holanda

Prof.Dr. Constance B. Schulz, University of South Carolina, EUA

Dr. Christine Gundermann / Dr. Irmgard Zündorf , Freie Universität Berlin, Alemanha

*Original CFP in free translation by Anita Lucchesi.

Lançamento da RBHP: História Pública: vários públicos, várias narrativas | 14 nov 2013

Convite para o evento que é também o lançamento oficial da Rede Brasileira de História Pública.

Próxima quinta-feira, dia 14/11,  das 14h às 19h |
Auditório do Museu Histórico Abílio Barreto (Belo Horizonte)

Quem não puder ir poderá acompanhar pelo site, haverá transmissão ao vivo.

Estarei lá com ótimas companhias. S’imbora!

ZConvite RBHP

PS: para curtidores, vai haver um evento paralelo rolando em BH bem interessante: 8º Festival Internacional de Quadrinhos (13-17 de Nobembro)

Uma Web Ópera sociológica – Paris: Cidade Invisível

Como no post anterior, neste trago um exemplo de projeto digital contendo uma narrativa (?) pouco convencional para aqueles que estão acostumados ao livro ou ao museu. A Ópera é um projeto de big data (repliquei há pouco tempo um link a respeito), criado por Bruno Latour (Text), Emilie Hermant (Photo), Patricia Reed (Screen Design). Navegação não-linear, hipertexto e hipermídia compõem seu cenário.

O “plano” que pincei abaixo é um prato cheio para a discussão de memória, patrimônio e história (último plano, do último circuito, se é que a navegabilidade da obra supõe tal ordem).

Enfim, estou apenas compartilhando esta interessante maneira de ver o invisível aí.

Para visitar esta outra Paris basta clicar aqui.

Line: Allowing | Plan: 51

Line: Allowing | Plan: 51

Making things public (online Exhibition)

Curadoria de Bruno Latour and Peter Weibel

Exibição online – Making things publicreúne artistas, filósofos, sociólogos e historiadores e trata da crise de representação na política. Através da arte!

Descrição via Bruno Latour:

The exhibition Making Things Public addresses the challenge of renewing politics by applying to it the spirit of art and science. This unusual exhibition builds on the Iconoclash exhibition (ZKM 2002), which dealt with the crisis of representation in art, whereas Making Things Public tackles the problem of representation in politics.

In this pioneering project over one hundred artists, scientists, sociologists, philosophers and historians re-explore the term ‘politics’. At a time in which many people doubt and despair of politics it is crucial that they should not be fobbed off with standard political responses to contemporary problems but that the question of what actually constitutes politics should be raised anew.

Call for proposals / Chamada para trabalhos – Federação Internacional de História Pública

Abaixo circulo a chamada para trabalhos da Federação Internacional de História Pública: “História Pública em um mundo digital: a revolução reconsiderada” 

Vamos?

Deadline: 31 jan. 2014

Amsterdam 2014

International Federation for Public History Conference

Public History in a Digital World: The Revolution Reconsidered

Amsterdam, Thursday 23 October 2014 – Sat 25 October 2014

FIRST CALL for PROPOSALS

Historical sources and narratives about the past infiltrate every corner of the web, from home-made digital media to online exhibitions, across social networks and in virtual museums. Digital tools have become essential for publics who preserve, present, discuss, and dispute history, and they will play a major role in the commemoration of the anniversary of WWI beginning in 2014. The possibilities of the digital world seem almost unlimited: never before have massive collections of a wide variety of historical materials been so accessible for  large audiences across national and cultural borders. What’s more, new genres such as blogs and  virtual discussion boards have expanded the public possibilities of history online – for co-creating historical narratives as well as for communicating about the past with various audiences.

Given all this, the digital turn should be especially significant for public historians, but have expectations been matched by activities? After two decades of digital revolution it is time to critically consider what digital media brings to Public History, and where Public History is headed in a digital world. This international conference, organized by the International Federation for Public History, will bring together experts, novices, and experimenters from all over the world to share insights, questions, and practices concerning the impact of the digital world on the theory and practice of Public History. Issues to consider include:

  • How revolutionary is the digital turn for the research and practice of Public History?
  • How are digital innovations changing Public History practices?
  • Are public historians critical enough towards the shortcomings of digital practices?
  • What “cool stuff” from the digital toolbox adds value to PH projects, teaching activities, etc?
  • Which digital strategies do not live up to the hype, and why?
  • Which audiences are public historians reaching and excluding with digital practices?
  • How are audiences involved and engaged through digital practices?
  • How are historical narratives changing under the influence of digital media and the internet?
  • How can digital Public History generate or inspire new ways of interacting with the public?
  • How does digital Public History relate to older forms and traditions of Public History?
  • What can we learn from a critical analysis of Digital Public History?

Possible ideas for sessions include:

  • Audiences and involvement: Who are public historians reaching, and excluding, with digital public history?
  • Authorship and authority: Who is representing history on the web?
  • Narratives and storytelling: Which pasts are(n’t) public historians telling on the web?
  • Integration: How do digital and analogue Public History relate?
  • Practices: How is the past presented in the digital realm?
  • Didactics: How do we teach digital Public History?
  • Analogue Public History: What is done best without the digital?
  • Communication: How can digital history 2.0 and Social Media foster the diffusion of Public history ?

We welcome submissions from all areas, including public historians working in museums, archives, education, heritage management, consulting and public service, as well as newcomers to the field of Public History. Apart from individual papers and proposals for panel sessions, we encourage workshop proposals as well as poster or media presentations. The emphasis should be on critical analysis, not show and tell – submissions that investigate both the limits of public history in a digital world, as well as its opportunities, are especially welcomed.

250 word proposals are due by: January 31 2014 to ifphamsterdam2014@gmail.com

Local Committee :

  • Dr. Paul Knevel, Assistant Professor of History & Coordinator, MA in Public History, University of Amsterdam
  • Dr. Manon Parry, Assistant Professor of Public History, University of Amsterdam
  • Prof. dr. Kees Ribbens, Senior Researcher, NIOD Institute for War, Holocaust and Genocide Studies
  • Dr. Serge Noiret, President, International Federation for Public History

Program Committee:

  • Fien Danniau/Prof.Dr. Bruno de Wever,  Instituut voor Publieksgeschiedenis, University of Ghent, Belgium
  • Dr. Jean-Pierre Morin, International Federation for Public History, Canada
  • Dr. Manon Parry, University of Amsterdam, The Netherlands
  • Dr. Hinke Piersma, NIOD Institute for War, Holocaust and Genocide Studies, The Netherlands
  • Prof.Dr. Constance B. Schulz, University of South Carolina, USA
    Dr. Christine Gundermann/ Dr. Irmgard Zündorf, Freie Universität Berlin, Germany