História Digital

Seminário Debates do Tempo Presente: Ensino, Tecnologias e Conflitos | inscrições até 08/11/2013

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Prezad@s colegas,

ImagemO Grupo de Estudos do Tempo Presente comunica que entre 18 de outubro e 03 de novembro de 2013 08 de novembro estarão abertas as inscrições para apresentação de trabalhos nos Simpósios Temáticos  do Seminário Debates do Tempo Presente: “Ensino, Tecnologias e Conflitos”. O evento ocorrerá nos dias 05 e 06 de dezembro na Universidade Federal de Sergipe e terá abrangência nacional, congregando pesquisadores de diferentes instituições e Programas de Pós-Graduação, a saber: Laboratório do Tempo Presente (Tempo, IUPERJ), Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Universidade do Estado de Pernambuco (UPE), Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Ver lista de simpósios temáticos abaixo.

ENVIO DE RESUMOS PARA OS SIMPÓSIOS TEMÁTICOS via eventos@getempo.org

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UPDATED 04/11/2013:

As inscrições gratuitas serão efetuadas mediante envio do resumo até 03 de novembro 08 de novembro de 2013 para o e-mail eventos@getempo.org.

Novo cronograma:
Inscrições para apresentadores de trabalho: 08/11/2013
Resultado: 19/11/2013
Envio do texto completo: 25/11/2013

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Confira as instruções abaixo:

  1. ATENÇÃO: O arquivo com o resumo deve ser enviado em formato doc ou docx (Word for Windows) e identificado da seguinte maneira: Nome e sobrenome do AUTOR e do CO-AUTOR (se houver)_CÓDIGO DO SIMPÓSIO. Ex: JULIA ASSAD e EDUARDO DENNIS_ST01

O arquivo deverá conter:

  1. Título do Trabalho em caixa alta, destacado em negrito, centralizado.
  2. Nome do autor e co-autor (se houver), destacado em negrito.
  3. Informações sobre o autor e co-autor (se houver): curso, instituição de fomento, e-mail.
  4. Será aceito apenas um trabalho em co-autoria.
  5. Nome e titulação do orientador e departamento ao qual pertencem, destacado em negrito.
  6. Simpósio selecionado (a indicação de um segundo simpósio temático, em caso de não aprovação no primeiro, é opcional).
  7. O resumo virá abaixo deste cabeçalho e deve possuir de 600 a 1000 caracteres com espaçamento, contando ainda com três palavras-chave.

Os trabalhos aprovados serão divulgados em 11 de novembro de 2013 através do site do evento: http://debates.getempo.org

NORMAS PARA PUBLICAÇÃO DOS TRABALHOS COMPLETOS:

Os trabalhos completos deverão ser enviados no intervalo entre 12 e 20 de novembro para o e-mail do evento eventos@getempo.org, obedecendo às seguintes normas:

Cabeçalho: Título do Trabalho em caixa alta, destacado em negrito, centralizado; nome do autor e co-autor (se houver), destacado em negrito; informações sobre o autor e co-autor (se houver): curso, instituição de fomento e e-mail; nome e titulação do orientador e departamento ao qual pertence, destacado em negrito. Simpósio temático selecionado.

Deve possuir de 8 a 12 páginas, fonte Times New Roman, letra tamanho 12, espaçamento 1,5, formatação justificada.

O sistema de citações será o AUTOR-DATA. As citações deverão ser indicadas no texto, informando o sobrenome do(s) autor(es) mencionados, na sequência (AUTOR, ano, página). Notas de rodapé poderão ser utilizadas em caráter explicativo.

A bibliografia completa deverá vir ao final do texto, segundo as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Os arquivos devem ser enviados em formato doc ou docx (Word for Windows).

Os trabalhos completos enviados em desacordo com as normas estabelecidas para este Seminário não serão publicados nos anais eletrônicos do evento.

Simpósios temáticos do Seminário Debates do Tempo Presente 2013

ST 01 – Simpósio Temático  “Produção e usos escolares da história do tempo presente”

Coordenador: Prof.Dr. Itamar Freitas (NPGED/UFS)

Este simpósio temático acolhe resultados de pesquisas que relacionem as expressões “tempo presente” e “usos da história”, sobretudo em sua dimensão escolar. Aqui, reiteramos a nossa preocupação com as diferentes noções de presente, as formas de organização desse presente nos currículos, nos livros didáticos e na historiografia de síntese voltada para o público adulto que fundamenta, em grande medida, a historiografia consumida pelos alunos da escolarização básica no Brasil e no exterior.

ST 02 – Simpósio Temático  História Digital: conceitos, fontes, métodos e experiências

Coordenadores: Prof.Dr. Dilton Cândido Santos Maynard (UFS/DHI)/ Profa. Anita Lucchesi (PPGHC/UFRJ)

Este simpósio pretende congregar trabalhos que se dediquem a refletir sobre o estudo e a representação do passado a partir de novas tecnologias da comunicação, assim como a produção e a preservação de fontes digitais, considerando as potencialidades dos recursos digitais para a pesquisa e para o ensino da História. Esperamos colaborar para o debate sobre os desdobramentos da emergência dos registros digitais no ofício do historiador e sobre as transformações nas experiências de leitura, acompanhamento e argumentação em torno de questões históricas.

ST 03 – Simpósio Temático  Música, Memória e Ditadura

Coordenadora: Profa.Dra. Márcia Ramos Oliveira (PPGH/UDESC)

O Simpósio Música, memória e ditadura propõe-se a agregar investigações que abordem a música como evocação da memória e dos acontecimentos relacionados aos períodos de fechamento político, especialmente ao regime militar brasileiro (1964-1985). Interessam trabalhos que tratem a canção como referência aos eventos relacionados às ditaduras militares latino-americanas. Canção como documento e testemunho dos períodos de exceção.

ST 04 – Simpósio Temático  Ditadura e Transição Política na América do Sul.

Coordenadora: Profa. Dra. Cristina Luna (UNEB/GET-UNEB)

O presente simpósio tem como objetivo incentivar a interlocução entre pesquisas que contribuem com o aprofundamento dos debates teórico, metodológico e historiográfico acerca das temáticas ligadas ao estudo das ditaduras e das transições democráticas sul-americanas, no marco geopolítico da Guerra Fria (1947-1989). Nosso intuito é não somente analisar o fenômeno na sua dimensão internacional, mas também possibilitar a compreensão de suas especificidades, através da prática de comparações entre os diferentes processos nacionais. Nesse sentido, estarão em foco questões como: a participação e o apoio da sociedade civil aos regimes autoritários, os movimentos de luta armada e oposição aos governos militares, a cultura como forma de política e protesto. Quanto ao segundo aspecto, os processos de transição democrática, serão analisados a partir de dois modelos explicativos: o da transição por colapso e o da transição pactuada, sendo que ambos guardam relação profunda com o caráter dos regimes liberal-democráticos estabelecidos em seguida nos respectivos países.

ST 05 – Simpósio Temático  História e Literatura

Coordenadora: Profa. Dra Marizete Lucini (NPGED/UFS)

O simpósio temático História e Literatura propõe-se a acolher trabalhos que discutam aspectos da narrativa histórica e da narrativa de ficção como gêneros que comunicam experiências temporais. Nesse sentido, reflexões sobre romance, cordel, poesia, biografia e contos são aqui compreendidos para além de sua característica documental. Mais que documento, a literatura possibilita ao leitor vivenciar diferentes tempos e personagens históricos em que o comunicado é a experiência humana no tempo. Experiências que podem ser reinterpretadas, permitindo aos leitores estabelecerem relações de pertencimento e de identificação com os textos acessados, bem como permitem aos sujeitos do presente, habitar o passado e transformá-lo em memória. Memória que também o constitui como sujeito histórico no presente.

ST 06 – Simpósio Temático  Guerras, conflitos, revoltas e revoluções no Tempo Presente

Coordenador: Prof.Dr. Karl Schurster V. de Sousa Leão (UPE)

 Este simpósio tem como objetivo um estudo sistemático dos principais processos políticos e sociais, intitulados pela ciência política clássica como guerras, conflitos, revoltas e revolução. Nesse sentido, nosso objetivo está centrado em análises que busquem tratar estas temáticas mediante a teoria da história do tempo presente. O século XX inaugurou a prática de guerras totais, onde os esforços das sociedades se voltariam integralmente para a realização da guerra. Revoltas e revoluções praticamente se imbricaram no século XX e voltam à tona nas suas mais variadas formas no século XXI. Outro ponto de destaque são os conflitos internacionais em sua forma de guerra irregular de quarta geração, atualmente conhecida como guerra ao terror. Através destas discussões e problemáticas, esperamos pesquisas que problematizem e contextualizem tais conceitos através de suas aplicações, não em fatos, mas em processos históricos.

ST 07 – Simpósio Temático  Conflitos Cibernéticos no Tempo Presente

Profa.Dra.Tereza Cristina Nascimento França (NURI/UFS)

Prof. Ms. Gills Lopes Macedo de Souza (UFPE/Pró-Estratégia )

O início do século XXI testemunha a difusão em massa da informação através do ciberespaço e, em especial, da Internet. Assim como no mundo real, o virtual também enseja os mais diversos tipos de conflitos. Os inúmeros vazamentos de informações ultrassecretas, por parte do Wikileaks, foram levados em consideração até mesmo pelos principais tomadores de decisão dos Estados Unidos da América. No âmbito das Sociedades em Redes, as infowars/netwars são travadas por integrantes da mídia, do governo e de lobbies. Em meio à crise de representação política que assola várias sociedades do mundo, hacktivistas – como o Anonymous – insistem em lembrar os “governos corruptos de todo o mundo” de que eles não são donos da Internet. Numa corrida frenética, os mais diversos Estados acirram a chamada Guerra Fria Cibernética: buscam prover suas forças armadas não apenas de armas e bombas, mas também de bits e bytes, a fim de se preparem para a guerra cibernética (cyberwar). No tabuleiro da inteligência internacional, nem mesmo o pacífico Brasil ficou de fora da espionagem. Em meio a essa efervescência cibernética, este Simpósio Temático se apresenta, com o intuito de discutir os conflitos cibernéticos (hacktivismo, guerra cibernética e infowar) que, amiúde, têm colocado a Internet no centro dos principais fóruns de debate do tempo presente.

 ST 08 – Simpósio Temático  Patrimônio Cultural e redes de sociabilidades: da etnografia sociológica ao registro digital.

Coordenadores: Profa. Dra. Janaína Cardoso de Mello (NMS/UFS) e Prof. Dr. Clóvis Carvalho Britto (NMS/UFS)

Os bens culturais assim são classificados à partir do momento em que agregam o valor de patrimônio atribuído pela sociedade (via instituições ou por meio da comunidade civil). Entre tensões e possibilidades de ensino e aprendizagem, o patrimônio cultural material e imaterial têm sido alvo de estudos etnográficos incitando o pesquisador das áreas das Ciências Humanas e Sociais Aplicadas à ir para o campo, imiscuindo-se entre grupos de manifestações populares, analisando estruturas arquitetônicas de igrejasm casarios ou ruínas através de medições e fotografias, entrevistando representantes de religiões afro-brasileiras, registrando festejos cristãos ou a diversidade cultural indígena. O resultado dessas pesquisas mormente resultam em publicações de livros ou artigos, todavia, no tempo presente a utilização tecnológica para elaboração de bancos de dados eletrônicos e sites interativos têm possibilitado o acondicionamento das informações e a expansão de redes de sociaibilidades para reflexão, difusão e salvaguarda do patrimônio cultural. Partindo dessas premissas, esse Simpósio Temático busca agregar trabalhos de pesquisa, docência, extensão ou tecnologia que se afinem à essa proposta para um grande debate de ideias.

ST 09 – Simpósio Temático: História e Política Externa Brasileira

Coordenador: Prof.Dr. Antonio M. Elíbio Júnior. (Departamento de História-UEPB)

No contexto contemporâneo a gestão da Política Externa Brasileira vem imprimindo novas dinâmicas às relações internacionais e mesmo redimensionando o papel do Brasil na conjuntura global.  Embora o Itamaraty mantenha uma tradição diplomática baseada em princípios como o da “solução pacífica das controvérsias” e o “respeito inviolável a autodeterminação dos povos”, o Brasil tem envidado uma política externa objetivando um maior protagonismo nos foros internacionais e regionais. Os contornos do mundo “globalizado”, portanto, são definidos a partir de uma complexa rede constituída no bojo de movimentos dialéticos, de aproximação e distanciamento, de coalizões e conflitos, de interação e alinhamentos, onde novos atores e novos espaços reconfiguram as bases do poder internacional. Desde o final da Guerra Fria, o sistema internacional foi movido pela intensificação de novos conflitos que se deslocaram do eixo Leste-Oeste para novas geometrias como Norte-Sul, ricos-pobres, desenvolvidos-emergentes. Tais fenômenos lançam a relevância dos estudos acadêmicos interdisciplinares, objetivando investigar as estratégias de inserção/gestão do Brasil no campo das relações internacionais e sua trajetória no âmbito da história da Política Externa Brasileira.

Maiores informações pelo email eventos@getempo.org.

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Mesa redonda: Cultura Digital e Informação: Desafios para a memória do futuro | 22/10 | IBICT

Este mês, em função da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que acontecerá de 21 a 27 de outubro, participarei de uma mesa redonda no Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT). Vamos falar sobre o papel das tecnologias do nosso presente na construção de uma memória para o nosso futuro. Há muitos “se’s” e “porém’s” nessa história. Quem quiser se juntar a nós nessa discussão será muito bem-vindo!

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Asociación Historia Abierta – AHISAB: contribuições digitais para a História

Recentemente a associação colombiana AHISAB transformou seus canais de comunicação com os leitores, reunindo blogs, projetos e indicações de leitura em um mesmo portal. Aos amigos historiadores brasileiros, fica a recomendação de leitura e, no horizonte, a possibilidade de um “enlace”, pois há também possibilidade de publicação em português em seus canais:

Acessem:

ahisabCom destaque para dois produtos epseciais da AHISAB:

A revista eletrônica Historia2.0 conocimiento histórico en clave digital e o indexador Historia Digital Hispana – un nodo de información en español y portugués.*

*O nosso blog – Historiografia na Rede – está entre as fontes citadas para História Digital hispanoamericana. Agradecemos aos colegas colombianos pela referência e nos colocamos à disposição para a troca de informações e o fortalecimento da rede.

Unconventional History? A history which is born digital, a history which is born public (poster session)

@ #ncph2013 Annual Meeting

Introduction: Why unconventional?

Digital History is not a very common practice in History field of Brazilian academy yet. Although the use of the most recent information and communication technologies by historians has been increased, it still sounds like an unconventional habit.  The first signs of Digital History in Brazil arrive as a result of the increasing use of those technologies inside the History field, but indeed, it does not mean that Brazilian historians are already thinking about Digital History.

A problem that derives from this narrow understanding of Digital Media interaction with History is about the historical contents available on Internet. If they are not from universities or distinctive institutions (i.e. archives, libraries, museums), they are not taken into consideration. In other words: non-academical works – like those published on the Internet by common people – are not welcome in our scholar tradition. It could be too dilettante.

Nowadays, also in Portuguese, there are lots of websites with some historical vocation created by common people and amateurs, such as blogs, forums, social network pages, profiles, etc. It shows that a social interest in the past exists. Even though, historians still ignore these sites and consequently those people. The question is not about a prejudice related to them, but a crystallized view that hierarchizes information generators and supports. For instance, there is a small number of researchers that consider work with digital born materials in their projects.

Resources from the Internet do not inspire confidence yet.They cannot prove anything. They cannot be part of History!

What is going on in Brazil?

Historians do not want loose the control of History. Thus, they prefer to create official Digital History projects instead of considering what is already on the Internet. The main outcome of this way of thinking is that we have started to create digital projects before having accepted born digital contents as a valid format of source for History.

Therefore, the history available on the Internet that was created by historians is good. The others are not.In such scene, there are some official initiatives that are stamping their authority in digital projects to communicate historical subjects on the World Wide Web. By using digital technologies, these projects shows that different media can create new spaces where share history knowledge.  Moreover, they indicate, even for those historians that are most resistant to technology, that it can be useful to encounter fresh and varied audiences.

Case study – Identidades do Rio de Janeiro: desafios de um patrimônio compartilhado (Identities of Rio de Janeiro: challenges of a shared heritage)

As an illustration of this process, we have selected the publicly funded project “Identities of Rio de Janeiro: challenges of a shared heritage”, which is interesting even by its own name, that brings together the “sharing” and “challenge” ideas. It is also important to realize that it was a project of the Oral History and Image Lab (Laboratório de História Oral e Imagem – LABHOI) of Universidade Federal Fluminense (Niterói-RJ, UFF).

The Project:

The project received a grant named “Support to Study Strategic and Relevant Issues to the State of Rio de Janeiro ”from the Carlos Chagas Filho Foundationfor Research Support of the State of Rio de Janeiro (Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro – FAPERJ) in 2009. It is coordinated by Professor Hebe Maria da Costa Mattos Gomes de Castro, a Brazilian notably oral historian. This close relation to the Oral History field is not a coincidence. It is just one more feature of the problem that converges with Public History. Equally relevant is the composition of the staff: the team is multidisciplinary, composed by historians, anthropologists and educators. In the total, there are 34 researchers in the project, that are involved in 05 Postgraduate Programmes of the state, besides those whom are from Public Archiveof the State of Rio de Janeiro (ArquivoPúblico do Estado do Rio de Janeiro), the General Archives of the City of Rio de Janeiro (Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro), the Museum of History and Art of the State of Rio de Janeiro (Museu de História e Arte do Estado do Rio de Janeiro) and the Institute of National Historical and Artistic Heritage (Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).

How does it work?

It presents hypermedia collections that allow users navigating on the historical maps, get into different pathways and periods of Rio’s history. All the paths offered deal with identity  and local memory issues in some way, from 17th Century until nowadays (in some topics). The collections present maps, texts, videos, 3D digital mockup of the city and also direct access to digital sources.

Pathways: Fire, urban life and public service in the nineteenth century; Niterói: City of memories; The Illegal trade of africans enslaved; Coffee farms; Slavery and Catholic Church; Rio de Janeiro in the time of D. João (1808-1821); Political-administrative chronology; The natives in Rio de Janeiro; Choro Chronology.

Pathways: Fire, urban life and public service in the nineteenth century; Niterói: City of memories; The Illegal trade of africans enslaved; Coffee farms; Slavery and Catholic Church; Rio de Janeiro in the time of D. João (1808-1821); Political-administrative chronology; The natives in Rio de Janeiro; Choro Chronology.

The overview bellow is from the “Slavery and Catholic Church” pathway. What is interesting to observe in this collection is the partnership between Identidades do Rio and the digitalization project “Ecclesiastical Sources in Slave Societies“. Also this project were developed in a collaborative shape, involving researches and students from three different countries: Universidade Federal Fluminense (Brazil, UFF), Vanderbilt University (USA, VU) and York University (Canada, YU).

The first step of the “Slavery and Catholic Church” collection is specifically about “Ecclesiastical Sources”

The first step of the “Slavery and Catholic Church” collection is specifically about “Ecclesiastical Sources”

The movement of “Identidades do Rio” toward a digitalization project such as “Ecclesiastical Sources in Slave Societies” shows that in some way, even if we change support, we are still looking for official sources. On the one hand, it indicates a resistance to use other kind of digital sources, instead of those from authorized projects and sites. On the other hand, perhaps, it could mean that the Brazilian historians involved in this project are not avoiding use digital media, but they still feeling more comfortable working with familiar codes. Thus, they prefer work with scanned sources that are safeguarded by scientific instituitions and have their stamp of authority.

Horizon

Notably, it could be helpful in the educational process of citizens in general, to open a dialogue between universities and popular culture. Maybe, one way to start an exchange between community and academy is giving them a voice and a space to see themselves represented by History. But not by that distant History, confined between the walls of the university. They must feel part of a History that they can touch and feel closer.To sum up it: Public History would be a good manner to break the ice and start off a conversation between academy and everybody else!

As we could see a Digital History project can be a step toward this horizon but maybe, before anything else, we need to learn how to deal with those issues that intimidate historians when they start to work digitally. In the Brazilian case, at first sight, the problem seems to be related to the “shared authority” and the “professionalization” debates.

A história sem fio: questões para o historiador da Era Google

Estamos projetados contra as grades de segurança de nossa vagoneta. No loop da montanha-russa. Sangue bombeando forte na cabeça, vento forte e implacável obrigando os olhos abertos a lutarem para se fechar e os que estão fechados lutarem para se abrir. À nossa volta, mesmo para os olhos abertos, há pouco mais que um borrão para se discernir alguma coisa. A aceleração do conjunto parece nos abstrair do próprio tempo. Irresistivelmente nos abandonamos à sorte dos espaços e dos tempos novos, aos quais, cada vez mais rapidamente, somos impelidos. É mais ou menos assim que Nicolau Sevcenko nos apresenta o mundo atravessado pelas velozes transformações desde a Revolução da Microeletrônica, na corrida para o século XXI (SEVCENKO, 2009:16-17). É mais ou menos assim o período que buscamos investigar, o Tempo Presente. (…)

Continue lendo o texto diretamente nos Anais do XV Encontro de História da ANPUH-RIO.

2013 Annual Meeting of the National Council on Public History [Program]

Ottawa, aí vamos nós!

No próximo abril terei a honra de participar de um grupo de trabalho sobre História Digital e Novas Mídias no encontro anual de História Pública organizado pelo NCPH. Além das discussões neste grupo de 18 componentes debatendo sobre a relação entre as novas mídias, os métodos específicos da História Digital e a História Pública, apresentarei ainda um pôster sobre a recepção da História/Historiografia Digital no Brasil, ainda observada com olhares de soslaio por muitos colegas.

Meu GT se intitula “Teaching Digital History and New Media Working Group”. As principais questões que discutiremos concentram-se sobre os pontos abaixo:

(1) Quais são os objetivos dos professores em formar seus estudantes de História Pública em  História Digital? Como diferentes objetivos podem moldar a forma como a História Digital será abordada?

(2) O que deve ser ensinado? Existem conhecimentos específicos, habilidades tecnológicas, teoria ou perspectivas que devem ser considerados essenciais para a formação de um “historiador público” em História Digital?

(3) Que abordagens os professores têm encontrado para tornar mais efetivo o ensino de História Digital para seus alunos? Existem projetos específicos, atribuições, ou abordagens que têm sido particularmente eficazes para ajudar os alunos a ganharem competência ou experiência em métodos de História Digital?

A conferência, como um todo, promete! Vejam abaixo todo o programa. Tende a ser muito rica também a discussão entre os integrantes do Grupo de Trabalho que deve ter início antes mesmo da conferência, para que, desde já, sejam trocadas algumas ideias, formulados alguns problemas e ensaiadas algumas respostas para as perguntas acima. Achei interessantíssima a proposta de trabalho que já coloca todos os participantes do grupo em uma situação experimental das possibilidades de trabalho coletivo e colaborativo que se abre com as “facilidades internéticas”. Vamos ver como funciona.