mundo

II Seminário Visões do Mundo Contemporâneo

O Grupo de Estudos do Tempo Presente convida a todos para o seminário As estações da História: Do Grande Inverno Russo à Primavera Árabe“.

Cronograma Inicial:

  • Envio de resumos: 24 de março a 20 de abril de 2012.
  • Divulgação dos resumos aprovados: 04 de maio de 2012.
  • Envio de textos completos: até 18 de maio de 2012.
  • Endereço para envio: evento@getempo.org

ImportanteOs resumos dos trabalhos e comunicações serão publicados nos Anais Eletrônicos do II Seminário Visões do Mundo Contemporâneo (ISBN 97885782218182).

Valor das inscrições: R$ 40,00 para apresentadores de trabalhos.

Sobre o evento

Promovido pelo Grupo de Estudos do Tempo Presente (GET/UFS/CNPq), em parceria com Programa de Educação Tutorial de História (PET História), o Mestrado em História (NPGH) e o Departamento de História (DHI). O evento terá abrangência nacional, congregando pesquisadores de diferentes instituições e Programas de Pós-Graduação, a saber: Laboratório do Tempo Presente (Tempo, PPGHC/UFRJ), Universidade do Estado da Bahia (UNEB) e Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Centro de Estudios Sudamericanos do Instituto de Relaciones Internacionales da Universidad Nacional de La Plata, na Argentina. Além disto, o evento contará com o suporte de um Comitê Técnico-Científico composto por pesquisadores de reconhecido mérito acadêmico pertencentes a seguintes instituições: UFRJ, UFCG, UEM, UFRN, UFMA,UDESC e FIOCRUZ.

Iniciando em junho de 2011, o Seminário “Visões do Mundo Contemporâneo” teve como primeiro tema “a Segunda Guerra Mundial”. Na ocasião, reuniram-se em Sergipe pesquisadores de diversas IES: UFRJ, UDESC, UFAL, UFCG, UNESP, que refletiram sobre diferentes aspectos ligados ao período. Na ocasião, foi lançado o sitewww.memoriasegundaguerra.org, ambiente interativo dedicado a fornecer suporte didático e apoio a pesquisas sobre o maior conflito do século XX. O evento contou com 150 inscritos, tendo mais de 40 trabalhos científicos aprovados para suas sessões de comunicações científicas. Os trabalhos apresentados foram publicados em versão resumida e completa nos Anais Eletrônicos do evento, com ISBN 97885782218182, entregues já no credenciamento do Seminário.

Deste modo, a proposição da segunda edição do evento atende à expectativa de que o mesmo ocorra anualmente, sempre no primeiro semestre letivo. O Seminário deve se caracterizar por abordar temáticas que envolvam momentos marcantes da vida contemporânea, de forma a contribuir para o maior intercâmbio de experts no assunto e alunos de graduação e pós-graduação em História e áreas afins, preferencialmente aqueles da região Nordeste. Ao mesmo tempo, os temas do seminário levam em conta não apenas aspectos ligados a efemérides, mas principalmente a relevância do assunto para os estudos em História Contemporânea.

Maiores informações: http://visoes.getempo.org/

Contatos: evento@getempo.org ou pelo Facebook ou pelo Twitter.

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O perigo de uma história única

Introduzo a palestra da escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie (proferida no TED 2009) utilizando-me de suas próprias palavras, nada descreveria melhor porquê preciso compartilhar estas histórias com vocês.

“É impossível falar sobre história única sem falar de poder. Há uma palavra, uma palavra da tribo Igbo, que eu lembro sempre que penso sobre as estruturas do poder no mundo, é a palvra “nkali”. É um substantivo que livremente se traduz: “ser maior do que o outro”. Como nossos mundos econômico e político, histórias também são definidas pelo princípio do “nkali”. Como são contadas, quem as conta, quando e quantas histórias são contadas, tudo realmente dependo do poder. Poder é a habilidade de não só contar a história de uma outra pessoa, mas de fazê-la a história definitiva daquela pessoa. O Poeta palestino Mourid Barghouti escreve que se você quiser destruir uma pessoa, o jeito mais simples é contar a sua história e começar com “em segundo lugar”. Comece uma história com as flechas dos nativos americanos e não com a chegada dos britânicos, e você tem uma história totalmente diferente. Comece a história com o fracasso do estado africano e não com a criação colonial do estado africano e você tem uma história totalmente diferente.”

Sabemos tão pouco sobre este ‘mundo, vasto mundo’. Que tal refletir um pouco sobre o que diz Chimamanda?