Links

5 Big Data Projects That Could Impact Your Life

O que podemos fazer com “big-data”?

Ver: 5 Big Data Projects That Could Impact Your Life

Estimulante o post de Eric Larson no Mashable sobre curiosos projetos que trabalham com big-data, ou seja, tratam informática e digitalmente quantidades imensas de informações (humanamente, inapreensíveis para uma pessoa só, diga-se de passagem) que podem acabar oferencendo resultados bem interessantes. Para o caso da História, em particular, vale pensar no que pode dar o cruzamento do Geographic Information System (GIS) com dados sobre o passado.

O artigo cita o projeto Interactive Gettysburg: Modern Maps Reframe History, mas nessa direção vale também conferir o Montréal l’avenir du passé (MAP).

A respeito do MAP, vale conferir o artigo de Robert Sweeny sobre as oportunidades que se abrem ao se cruzar as fronteiras disciplinares e trabalhar em um ambiente colaborativo, intermediado pela tecnologia, como no diálogo entre História e Geografia de MAP: Rethinking Boundaries: Interdisciplinary Lessons from the Montréal l’avenir du passé (MAP) Project.

Advertisements

Clicar, em vez de viver, tornou-se norma

Clicar, em vez de viver, tornou-se norma

Artigo por Marsílea Gombata sobre o curioso projeto do fotógrafo Fabio Seixo: Photoland.

Segundo o próprio fotógrafo, em uma postagem de amostra do trabalho no Vimeo, Photoland é:

“um ensaio fotográfico já em andamento desde 2008, é o resultado de um trabalho que venho realizando em várias cidades (Rio, Londres, Paris, Nova York, Cidade do México, Roma, Veneza, Cuzco). Basicamente, são fotografias que capturam pessoas na aparente banalidade do ato de fotografar. A popularização das câmeras digitais torna a Fotografia hoje, possivelmente, o maior hobby do planeta, atingindo todas as classes, idades e culturas. Em todos os lugares, ocasiões e acontecimentos, estamos fotografando ou sendo fotografados.”

O projeto é uma provocação à reflexão da experiência que as pessoas digitalmente equipadas têm hoje diante de monumentos, obras de arte e pontos turísticos conhecidos. Muitos parecem estar vivendo mais o afã de fotografar para salvar e compartilhar, do que a real experiência sensorial e estética do momento em que lá estão presentes. Parece que caminhamos rumo à aporia do salvamento/arquivo completo. De fato, quando vejo nestes lugares as pessoas mais preocupadas com suas fotos do que com a paisagem real, me pergunto a que tipo experiência de estão se propondo, que personas constroem, para quem performatizam este discurso imagético (?).

Outro artigo relacionado: O olhar como performance, do Icônica, por Ronaldo Entler.